Uma bebê de oito meses, internada após consumir acidentalmente maconha, recebeu alta médica na manhã de sábado, 16 de maio, em Santarém, no Pará. A criança estava sob cuidados no Hospital Municipal de Santarém (HMS)<\/strong> e foi liberada após apresentar significativa melhora clínica.<\/p>
Incidente e resposta das autoridades<\/h2>
De acordo com a direção do HMS, a menina chegou em estado grave devido à intoxicação por drogas. O caso rapidamente acionou a Polícia Militar<\/strong> e o Conselho Tutelar<\/strong>. Inicialmente, a bebê foi levada por parentes à Unidade Básica de Saúde (UBS)<\/strong> no bairro Santo André e, devido à gravidade, transferida para o hospital municipal para cuidados especializados.<\/p>
Responsabilidade do pai e ações legais<\/h2>
O pai da criança, que confessou ser usuário de drogas, foi preso em flagrante após confirmação de que a maconha ingerida pela bebê era dele. "Ele deixou a droga em um local acessível, o que resultou na ingestão pela criança", explicou o delegado Welington Kennedy<\/strong>. O homem foi acusado de violar o artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)<\/strong> e de omissão imprópria, conforme o Código Penal<\/strong>. Após audiência de custódia, ele foi liberado com medidas cautelares e responderá ao processo em liberdade.<\/p>
Impacto na comunidade e ações de proteção<\/h2>
O caso provocou forte reação na comunidade local e gerou debates sobre a segurança de crianças em casa. As autoridades enfatizaram a necessidade de manter substâncias perigosas fora do alcance infantil para prevenir incidentes semelhantes. A atuação do Conselho Tutelar foi crucial para assegurar o tratamento adequado à criança e implementar medidas de proteção.<\/p>
O pai da criança, que confessou ser usuário de drogas, foi preso em flagrante após confirmação de que a maconha ingerida pela bebê era dele. "Ele deixou a droga em um local acessível, o que resultou na ingestão pela criança", explicou o delegado Welington Kennedy<\/strong>. O homem foi acusado de violar o artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)<\/strong> e de omissão imprópria, conforme o Código Penal<\/strong>. Após audiência de custódia, ele foi liberado com medidas cautelares e responderá ao processo em liberdade.<\/p>
Impacto na comunidade e ações de proteção<\/h2>
O caso provocou forte reação na comunidade local e gerou debates sobre a segurança de crianças em casa. As autoridades enfatizaram a necessidade de manter substâncias perigosas fora do alcance infantil para prevenir incidentes semelhantes. A atuação do Conselho Tutelar foi crucial para assegurar o tratamento adequado à criança e implementar medidas de proteção.<\/p>
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