De acordo com uma pesquisa recente conduzida pela Nexus/BTG e divulgada nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026, 52% dos eleitores brasileiros acreditam que a situação econômica do país é ruim ou péssima. Apenas 16% dos entrevistados avaliam a economia como ótima ou boa, enquanto 30% a consideram regular.
Os dados comparados ao levantamento anterior, divulgado em 31 de agosto, mostram uma leve melhoria no otimismo, uma vez que anteriormente 53% dos entrevistados consideravam a economia ruim ou péssima, e apenas 18% a viam como ótima ou boa.
Expectativas futuras sobre a economia
Quando questionados sobre as expectativas para os próximos seis meses, 36% dos participantes da pesquisa acreditam que a economia deve melhorar "um pouco" ou "muito". Este número representa uma pequena queda em relação aos 39% que tinham essa expectativa no levantamento anterior. Por outro lado, 29% dos entrevistados preveem uma piora econômica, em comparação com 30% anteriormente.
Além disso, 22% dos consultados esperam que a economia permaneça inalterada nos próximos meses, e 12% não souberam ou não quiseram responder à pergunta.
Previsões para a situação financeira pessoal
No que tange à situação financeira pessoal, 43% dos entrevistados esperam uma melhora "muito" ou "um pouco" nos próximos seis meses. Em contrapartida, 12% preveem uma deterioração, enquanto 34% acreditam que a situação permanecerá igual.
Comparação com o governo anterior
Em comparação com a administração anterior, 46% dos entrevistados afirmam que a economia piorou sob o governo do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, em relação à gestão de Jair Bolsonaro. Por outro lado, 37% dos participantes consideram que a situação econômica melhorou.
Principais problemas enfrentados pelo país
A pesquisa também revelou que a segurança pública é considerada o principal problema enfrentado pelo país, segundo 35% dos entrevistados. Saúde pública, corrupção e educação também foram destacadas como preocupações significativas, com 31%, 23% e 17% das menções, respectivamente.
O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 7 de setembro com 2.002 eleitores brasileiros, maiores de 16 anos, por meio de entrevistas telefônicas. A pesquisa possui uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-06790/2026.
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