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clock 13 de outubro de 2026
Justiça do Pará Converte Prisão de Suspeita de Homicídio em Santarém para Preventiva

Justiça do Pará Converte Prisão de Suspeita de Homicídio em Santarém para Preventiva

Decisão Judicial e Circunstâncias do Crime

Em Santarém, no estado do Pará, a Justiça determinou a conversão da prisão em flagrante de Alana Késsia Figueira Santos para prisão preventiva. A decisão foi tomada após Alana ser acusada de assassinar Luiz Kleber Macambira Mota, de 44 anos, com um disparo de espingarda de pressão. O trágico incidente ocorreu na noite de domingo, 11 de outubro, e a decisão judicial foi proferida na segunda-feira, 12 de outubro, durante audiência de custódia.

O homicídio ocorreu na rodovia Fernando Guilhon, no bairro Santarenzinho. Luiz Kleber foi atingido no peito e não resistiu, falecendo no local, mesmo com os esforços de reanimação realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O juiz Manuel Carlos de Jesus Maria decidiu pela prisão preventiva para preservar a ordem pública e garantir a continuidade da investigação do caso.

Confissão e Investigação

Responsável pela investigação, o delegado Kléber Pascoal relatou que Alana inicialmente negou seu envolvimento no crime. No entanto, durante o interrogatório, ela confessou e entregou a arma usada. Alana afirmou que disparou para se defender de um grupo que estaria tentando invadir sua casa, alegando que eles estavam sob influência de drogas.

A versão apresentada por Alana ainda está sob investigação, uma vez que as evidências levantadas até o momento sugerem que o cenário pode não corresponder aos fatos. A arma utilizada, uma espingarda de pressão do tipo Nitro, é conhecida por disparar projéteis de chumbo utilizando gás pressurizado.

Desentendimento e Defesa

Testemunhas relataram que Luiz Kleber estava acompanhado de sua parceira na calçada quando Alana pediu que eles se afastassem da frente de sua residência. Após um desentendimento, a suspeita teria realizado o disparo fatal. Inicialmente, Alana declarou à Polícia Militar que sua casa havia sido apedrejada pelo grupo, justificando sua reação.

A defesa de Alana Késsia informou que irá se pronunciar somente nos autos do processo. A Polícia Civil continua investigando para esclarecer as circunstâncias do crime e verificar a veracidade das alegações feitas pela suspeita.

Foto: Reprodução / G1.Globo - RSS

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