Falsa Psicóloga no Pará é Investigada por Fraude no Marajó

Falsa Psicóloga no Pará é Investigada por Fraude no Marajó

Investigação do MPPA em São Sebastião da Boa Vista

Uma mulher que se apresentava como psicóloga no município de São Sebastião da Boa Vista, localizado na região do Marajó, é atualmente alvo de uma investigação conduzida pelo Ministério Público do Pará (MPPA). Após receber várias denúncias da comunidade local, uma ação civil pública foi movida, resultando em uma decisão liminar favorável contra a suspeita.

Uma mulher que se apresentava como psicóloga no município de São Sebastião da Boa Vista, localizado na região do Marajó, é atualmente alvo de uma investigação conduzida pelo Ministério Público do Pará (MPPA).

Denúncias e Investigação

A ação, liderada pelo promotor de Justiça Adriano Moda Silva, revelou que a investigada fazia ampla divulgação de seus serviços e se apresentava com diversas qualificações, incluindo psicóloga e juíza de paz. No entanto, o Conselho Regional de Psicologia identificou irregularidades em sua inscrição, baseada em um diploma suspeito de uma instituição de ensino superior. A instituição confirmou que a mulher nunca esteve matriculada ou frequentou o curso de Psicologia.

Atividades Irregulares

Além de atender a população sem uma formação válida, a mulher também se intitulava “juíza de paz”, um cargo que requer investidura legal pelo Poder Judiciário. Tal atribuição indevida poderia induzir a população ao erro e comprometer a confiança nas instituições.

Decisão Judicial

O Juízo da comarca local concedeu uma medida liminar que determina a suspensão imediata de quaisquer atividades ou serviços que a investigada estivesse exercendo sem a devida qualificação e registro profissional. A decisão impõe multa caso a determinação não seja cumprida.

Impacto e Continuidade

O Ministério Público enfatizou que a prática de atividades na área de saúde mental por pessoas não habilitadas representa um risco significativo à saúde da coletividade, especialmente em contextos de vulnerabilidade emocional. O caso continua sob acompanhamento para que outras medidas cabíveis sejam adotadas.

Foto: Reprodução / Ver-o-Fato - Feed

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