Ufopa Adquire Secador por Atomização para Potencializar Pesquisas na Amazônia

Ufopa Adquire Secador por Atomização para Potencializar Pesquisas na Amazônia

Chegada de Equipamento Inovador à Ufopa

A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) deu um passo significativo em suas pesquisas sobre a biodiversidade amazônica com a aquisição de um secador por atomização, ou spray dryer. Este equipamento foi adquirido através do projeto “Bioprospecção e inovação tecnológica de produtos naturais provenientes de plantas da biodiversidade”, liderado pela professora Rosa Mourão, do Instituto de Saúde Coletiva (Isco). A iniciativa recebeu financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), como parte da chamada pública Infraestrutura para a Amazônia Legal 2024.

Impactos na Pesquisa Científica

De acordo com a professora Lidiane Diniz, do Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) e integrante do projeto, a incorporação deste equipamento representa um avanço importante para a universidade. "A incorporação do novo equipamento fortalece a pesquisa científica e tecnológica, especialmente em estudos voltados à valorização sustentável da biodiversidade amazônica", afirmou Diniz.

A tecnologia de secagem por atomização é crucial para transformar extratos, soluções e emulsões em pós finos e estáveis. Isso traz benefícios significativos, como a maior estabilidade dos materiais, redução de umidade, preservação de compostos sensíveis e melhorias no armazenamento, transporte e uso em novos produtos.

Ampliando Fronteiras de Pesquisa

Com este novo equipamento, a Ufopa amplia suas capacidades de pesquisa com matérias-primas da Amazônia, o que permitirá o processamento de extratos vegetais, óleos e outros compostos naturais. A expectativa é que essa estrutura contribua para o desenvolvimento de soluções inovadoras, fortalecendo ações de bioprospecção e incentivando o uso sustentável da biodiversidade amazônica.

Além disso, a nova aquisição apoiará a formação de pesquisadores, gerando impactos científicos, sociais, ambientais e econômicos. A universidade espera que essa tecnologia abra novas portas para a pesquisa e desenvolvimento de produtos que valorizem os ricos recursos naturais da região.

Foto: Reprodução / G1 Santarem e Regiao - Principal

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